Aplicativo grindr

Aplicativo Grindr tem riscos! Saiba mais! Apesar de ser quase óbvio do que estamos falando, muitas pessoas ainda não conhecem ou não sabe exatamente o que é Grindr aplicativo, então de uma forma bem simples, podemos afirmar que é um app de paquera, mas voltado para os usuários homossexuais. Atualmente está entre os mais usados, com mais de 3,9 milhões de acessos diários em todo mundo ... Grindr é uma rede social que reúne homens gays e bissexuais que desejam conhecer outros homens próximos a eles de um jeito completamente discreto e anônimo, sem fornecer qualquer informação pessoal ou preencher um perfil com informações confidenciais para se registrar. ‎A Grindr é a primeira e melhor rede social móvel GRATUITA para pessoas gay, bi, trans e queer. Converse e encontre pessoas interessantes gratuitamente ou atualize para a Grindr XTRA ou Grindr Unlimited para ter mais funcionalidades, mais diversão e mais hipóteses de se ligar. A Grindr está mais rá… hello & welcome! Our services and rentals are available in Dallas, Fort Worth and beyond. Grindr is the world’s largest social networking app for gay, bi, trans, and queer people. Download Grindr today to discover, connect to, and explore the queer world around you. ‎O Grindr é o melhor aplicativo social móvel GRÁTIS para gays, bi, trans e homossexuais se encontrarem. Converse e encontre com pessoas interessantes de graça, ou faça upgrade para o Grindr XTRA para ter mais recursos, diversão e chances de conectar. O Grindr está mais rápido e melhor do que nunca:…

¯\_(ツ)_/¯

2020.08.28 23:43 agaetissbyrjun ¯\_(ツ)_/¯

Há algum tempo eu passei a questionar algumas coisas. Notei que não me conheço e que minhas experiências até hoje foram bastante limitadas. Isto inclui sexualidade. Imagino que várias outras pessoas passaram/passam por isso. Lembro que existe o Grindr, um app voltado para o público LGBT, penso que seria uma ótima oportunidade de conversar com pessoas que provavelmente passaram pelo que eu estou passando. Talvez alguém pudesse me entender, conversar com alguém sobre isso seria um verdadeiro alívio. Nesse quesito é extremamente frustrante. Mas eis que num mar de nudes eu encontro um cara. E é sobre ele que eu quero falar.
Conversamos pouco, algo como duas ou três vezes. E a conversa fluiu tão naturalmente... Em um aplicativo onde todos os contatos que eu tive foram extremamente robóticos (troca de nudes, vontade, medo, dou qualquer desculpa, passo pra outro), conversar com alguém para além dessa lógica sexual foi extremamente gratificante. Era alguém que aparentemente estava passando por um processo bem parecido com o meu, passamos algumas horas conversando e foi uma conversa tão boa, eu quis conversar com ele mais vezes, eu de fato queria que aquilo se transformasse em uma amizade. Aparentemente era recíproco. Eu decido parar de usar o app, não estava me fazendo bem e eu perdia muitas horas nele, enfim, não era mais uma experiência agradável. Vou conversar com ele, digo que vou parar de usar o app mas não queria que deixássemos de conversar. Ele diz que também queria manter contato e me pede alguma rede social. Digo que só uso reddit e whatsapp, digo meu user aqui e dou meu número. Ele sugere trocar fotos, eu mando uma foto minha pra ele, ele diz que está nervoso, quer manter o sigilo e diz que não se sente a vontade de conversar por whatsapp, que era cedo. Na hora eu entendo e pra mim estava tudo bem. Talvez sei lá, ele achou que eu estava gostando dele ou algo assim, mas não, apenas não queria perder o contato, mas vida que segue.
Veja bem, eu entendo perfeitamente que ele não é obrigado a nada, muito menos a suprir qualquer expectativa que eu tenha criado. É completamente natural ele não ter o mínimo interesse em mim, aliás eu não consigo imaginar porque alguém teria. Não é sobre isso. É só que eu penso se devia voltar para o app e continuar a conversar com ele, pois no app ele parecia bem interessado em conversar. Tipo, era muito bom conversar sobre todas essas questões com alguém que me entendia, que estava passando por situação semelhante. É até um pouco frustrante, ele sabe quem eu sou, e o máximo de informações que eu tenho sobre ele é: nome e idade.
Enfim, eu sou um desastre com relações sociais e sempre meto os pés pelas mãos. Acho que me precipitei demais e acabei criando algum tipo de expectativa quando não devia.
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2020.08.25 00:07 EuRoddy Tomei uma importante decisão

Amigos, sou eu de novo. Me sinto muito feliz por ter descoberto essa comunidade e ter podido expor coisas sobre mim que muitas vezes não tenho com quem me abrir.
Pois bem. Semana passada fiz uma postagem sobre a rejeição que sinto dentro da comunidade gay por ser fora dos padrões estéticos. E ontem desabafei sobre a sexualização exacerbada entre os homens gays e como isso afeta a minha autoestima.
Hoje, me senti muito mal o dia inteiro. Minha produtividade no home office foi zero. Não fiz absolutamente nada. Estava me sentindo um verdadeiro lixo. Nunca me senti tão rejeitado quanto hoje. Chorei no silêncio do meu quarto.
Mas, foi graças a um não que recebi no Grindr que tive o estalo. Depois que fui simplesmente bloqueado por um usuário do aplicativo o qual eu seguia no Instagram, me veio uma frase à cabeça: por que eu deveria seguir o perfil de alguém que, na rua, sequer olharia na minha cara? Essa frase é meio óbvia, mas quando se é um homem gay cheio de problemas, a gente muitas vezes ignora o óbvio. Num mundo tão sexualizado e superficial, onde o corpo muitas vezes é mais importante que a personalidade, com certeza alguém como eu não tem lugar à mesa. Por mais que a gente fantasie que um dia possamos ser parte desse grupo, que possamos ser aceitos, isso nunca vai acontecer, a menos que nos tornemos como eles. Eles me rejeitam e eu demorei demais, não pra entender, mas pra aceitar que isso não vai mudar tão cedo. Pois tudo que eles querem, infelizmente, eu não tenho para oferecer.
Diante disso, decidi que era hora de me afastar de tudo que estava me fazendo mal. Deixei de seguir absolutamente todos os caras que seguia no Instagram, deixando apenas meus amigos e produtores de conteúdo que não tenham qualquer teor sexual. Desinstalei Snapchat, onde mantinha contato com alguns caras (me despedi dos mais próximos). Saí da minha conta no twitter, onde tinha acesso a perfis adultos voltados ao público gay. Apaguei contatos de homens que conheci em apps. E mais importante: desinstalei o Grindr.
Não foi uma decisão fácil. Porém, vejo que foi extremamente necessária. Desde que me aproximei da comunidade gay e me deparei com tanto preconceito e rejeição, minha saúde mental está cada vez mais abalada. Nunca me senti tão mal quanto tenho me sentido nos últimos meses. E os problemas que tenho desde o início da adolescência só pioraram. Por várias vezes desejei por fim a tudo.
É muito triste viver uma vida assim, tão solitária. E tudo fica pior com a rejeição entre meus "iguais". Cansei de ser expectador da felicidade alheia e devo agora buscar a minha felicidade. Em algum lugar, em algum momento, eu vou encontrar, mas hoje entendi que não vai ser onde apenas nosso exterior importa.
Pelo meu próprio bem, decidi me afastar de tudo que me aflige em relação à minha sexualidade. Espero que em breve, eu volte a me sentir bem como eu não me sinto há muito tempo.
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2020.08.21 01:31 kingastorgyn Encontrei meu tio no Grindr !!!

Ola pessoal. então. Eu não sou assumido, então por isso eu não tenho muitos amigos gay, não frequento lugares como boates ou coisas assim, meu caso é complicado. mas isso não impede que eu viva a minha vida, infelizmente não é da forma como eu queria. queria poder encontrar uma pessoa , queria poder assumir essa pessoa para o mundo e viver feliz com ela, mas a vida não é tão simples como vocês sabem, por isso recorro a esses aplicativos de pegação.
Essa semana eu me deparei com algo que eu não esperava, encontrei meu tio no grindr. embora não tivesse foto no perfil eu sei que é ele pelas características pessoais e pela distancia no aplicativo. no meu perfil até tem foto, mas não mostro o rosto. assim que eu vi que era ele eu bloqueei no aplicativo.
Não tenho certeza se ele me viu no aplicativo, será que eu deveria falar com ele? nunca falamos sobre esse assunto, vi ele hoje mas nem falamos sobre isso, talvez ele tenha medo que eu saiba também sobre ele. não sei se eu me sinto a vontade pra falar sobre isso com ele, nunca falei com ninguém tão próximo, minha família é muito religiosa.
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2020.08.09 08:42 spiritofmnemoth Como usar aplicativo de relacionamento nessa época?

Eu tô numa friendzone fudida e queria conhecer mais pessoas com as quais eu possa me aproximar, mas eu não faço a mínima ideia de como abordar alguém num tinder ou grindr da vida. Antes da bactéria filha da puta, eu só deixava meu perfil lá, entrava uma vez por semana e de vez em nunca dava match com alguém. Eu me sentiria ridículo fazendo uma foto especificamente pra perfil de tinder então tacava umas fotos quaisquer minhas bêbado e de descrição colocava alguma piada ou trocadilho imbecil envolvendo o Santos tipo "caiu na vila o peixe fuzila". E até que funcionava mais ou menos, eu conseguia um ou outro match com pessoas que até são do meu tipo. Mas chegava na hora de conversar e ou eu ficava com vergonha e não falava nada, ou mandava o Gênesis inteiro pra pessoa de uma vez e acabava parecendo um maluco. Como conseguir desenrolar com alguém num aplicativo de relacionamento não sendo uma pessoa absurdamente maravilhosa?
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2020.08.06 22:03 ElFalconesy Abri meu relacionamento e não sei o que fazer

Eu e meu marido decidimos abrir e, literalmente, não sei o que fazer com essa abertura.
Um breve histórico: antes desse meu relacionamento atual, tive um namoro longo, de três anos. Nesse relacionamento passado era impossível imaginar abrir, era um relacionamento abusivo de ambas as partes, rolava muito ciúme mútuo e a gente se proibia até de beber na ausência um do outro. Depois que terminei e refleti muito sobre essa possessividade toda, comecei a desejar a experiência de um relacionamento aberto, sem nem ter a certeza se eu seria capaz de lidar com essa forma de desapego.
Masss aí eu conheci meu marido, nos apaixonamos, e ele deixou bem claro que não gostaria de ter um relacionamento aberto. Ele já havia tido um namoro anterior fechado, de um ano. Eu estava apaixonado, ele também, topamos um relacionamento fechado e isso nunca foi um problema. Namoramos por seis meses quase praticamente morando juntos, depois por mais dois anos e meio a distância (eu em SP, ele no RS), continuamos com relacionamento fechado, eu nunca traí nem nunca senti vontade e tenho plena confiança de que ele também não me traiu. Ele se mudou pra SP, namoramos por mais um ano, totalizando 4 anos de namoro, e nos casamos, tudo isso ainda em relacionamento fechado.
Pois bem, pouco mais de um ano de casamento feliz e saudável, a conversa de abrir o relacionamento ressurge das cinzas e para a minha surpresa ele muito tranquilamente fala que abriria, bem como toparia fazer sexo a 3. Tivemos uma longa conversa de umas 3 horas, bastante honesta, e ele basicamente disse tudo que acredito: nenhum ser humano pertence a outro, que ele separa bem prazer sexual e relação afetiva, que ele é muito seguro do amor que sentimos um pelo outro e da nossa vontade de seguir construindo uma vida a dois, e que pra ele seria ok fazermos sexo com outras pessoas. Nessa hora baixamos juntos o Grindr no celular dele, demos uma olhada e foi isso. A única questão que não ficou bem resolvida é que ambos ficamos apreensivos de colocar foto em app de pegação porque o nosso status de relacionamento aberto ainda está no armário. Nenhum de nós ficou muito a vontade de pensar que algum conhecido nosso poderia nos ver no app e interpretar errado. Isso poderia gerar uma situação toda que teríamos que explicar pros nossos amigos e... preguiça.
Passou um mês e eu não fiz nada com esse novo status de relacionamento, tanto pela falta de perspectiva de sair com alguém devido a pandemia quanto por não ter tido vontade, mesmo. Mas aí ontem, por curiosidade, baixei o Grindr, deixei um perfil vazio e comecei a dar uma olhada. E percebi que não sei o que fazer com o app. Não queria colocar foto pelo que já expliquei acima, mas quem vai querer falar com um perfil vazio? Eu sinto que nem sei mais usar esse tipo de aplicativo, usei pela última vez há mais de cinco anos... essa função tap, por exemplo, existe algum código de conduta com relação à ela? Me deram tap, se eu der tap de volta o que significa? Me senti muito velho tentando usar (mas tenho 26 anos).
Acima de tudo, me sinto deslocado no app porque eu acho que meu propósito ali é bem diferente do da maioria, que é solteiro, e busca homens de boa aparência e etc... eu realmente só faria sexo com alguém do aplicativo pra ser uma experiência diferente e gostosa, não quero ficar preocupado com rejeição, não queria ficar encanado com meu corpo, não to desesperado pra transar com qualquer pessoa, também...
Enfim, depois desse textão o que eu queria saber é: alguém aqui já passou por algo semelhante? Será que o que eu procuro não está nesse tipo de app? Como vocês lidaram com essa questão de amigos e parentes do casal descobrirem que o relacionamento abriu? Adoraria ler histórias de abertura de relacionamento pra saber como foi!
Obs: meu casamento não está em crise, nos amamos muito e o sexo é ótimo. Sou muito seguro de que temos um futuro juntos bastante bonito pela frente. Decidimos abrir e contar tudo um pro outro, não queremos aquele tipo de abertura que abre, mas não conta, porque não queremos ter que mentir pra sair com outras pessoas.
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2020.03.05 05:54 fabio4487 Não é o dinheiro que não traz felicidade, mas a rotina que o torna banal

O velho ditado que diz que dinheiro não traz felicidade parece um absurdo se tomado literalmente, mas se refletirmos seriamente nele e interpretar o que ele quer dizer, veremos um pouco de verdade nisso. Meu pensamento é o seguinte: a abundância te fará feliz temporariamente se vc passou de super pobre a rico ( a pessoa que já nasce muito rica não é felicíssima por isso e eu explicarei adiante o porquê ), pois é algo que vc nunca teve. Mas com o passar do tempo, a acesso fácil a qualquer meio material se tornará algo corriqueiro e banal: Com a banalidade, vem o tédio. Com o tédio de uma vida cheia de dinheiro, vem o escape da realidade para as drogas. Com uso decorrente de drogas como escape da realidade, doenças mentais como depressão e portanto um possível suicídio... E isso não se aplica somente a dinheiro, mas qualquer coisa que antes nos era rara mas por algum motivo se torna abundante para nós. Tenho um relato pessoal a respeito:
Sou gay e atualmente tenho quase 30 anos. Durante minha adolescência o público LGBT não era visível como é hoje: Não existiam aplicativos como Grindr, Scruff, Hornet etc, o que fez com que eu, por ser do interior e menor de idade na época, não conhecesse nenhum gay ( além do mais, na época o preconceito era mil vezes maior ). Nessa época, por ser imaturo e de uma família cristã, além de achar que ser gay era um pecado mortal, acreditava também que masturbação era um pecado igualmente grave. Portanto, um adolescente com hormônios a flor da pele, gay e evangélico , idealizava como felicidade ou o homem dos sonhos ou o suicídio. Sofri com esse fanatismo e desejo suicida dos 13 aos 19 anos. Com 20, beijei pela primeira vez um colega da faculdade ( bem mais velho, porém homem, o que supriu a carência do pobre adolescente imaturo e ingênuo que eu era ). Passado um tempo, tive minha primeira relação e com ele também. Parei de vê-lo simplesmente porque ele teve que mudar de cidade.
Passado alguns anos, me formei e comecei a trabalhar. Os celulares se popularizaram como nunca e surgiram apps como Tinder e daí outros derivados ao público LGBT. Foi um verdadeiro paraíso nos primeiros meses, pois conquistei o que era para mim a felicidade: homens gays próximos e independentes. Com o dinheiro do trabalho poderia ir vê-los e ir para um motel. Mas advinhe : após um tempo isso SE TORNOU BANAL E CHATO COMO QUALQUER CICLO. E voltei a me sentir como antes da revolução digital : INSUFICIENTE.
O que se conclui então é que vivemos em um ciclo infinito de infelicidade com intervalos. E não devemos nos sentir mal por isso, pois a balela de que devemos ser felizes sempre é irreal e inalcançável.
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2020.03.04 21:10 jujubadejurubeba Quais são algumas "bandeiras vermelhas" para vocês em aplicativos de amizade, encontros, "pegação" e namoro (Tinder, Grindr, Hornet, Scruff, etc)?

Uma postagem foi feita mais cedo comparando as expectativas e realidades comuns nos aplicativos que menciono no título e, com isso, me veio à dúvida: Quais são algumas "bandeiras vermelhas" para vocês ao usarem e interagirem com pessoas em aplicativos? Sinais que o(a) fazem questionar ou até mesmo desistir do contato, do encontro com outro..
Bandeiras vermelhas (tradução literal de red flags): sinais de suspeita, perigo, toxicidade, preconceitos, etc.
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2020.02.11 04:14 jcc001 Eu transei e só fez piorar as coisas

Bem, olá
Eu sempre tive dúvidas sobre minha sexualidade, via algumas pessoas do meio dizendo que não era necessário me rotular, e eu até concordava com elas, porém eu me definia como bissexual.
Durante os primeiros anos da minha adolescência, via meus amigos (tinha héteros e gays) tendo suas relações sexuais e amorosas, e eu apenas com a inveja e a ''mão amiga'' de companhia, nunca conseguia ter uma relação com um cara ou com uma garota, apesar de sempre estar utilizando os aplicativos de paquera, eu sentia/sinto muito medo de me encontrar com uma pessoa que nunca tinha visto pessoalmente, e a minha timidez/ansiedade não me ajudam muito nesse caso.
Bem, passa o meu período de ensino médio, sempre acreditando que sou um cara bi que não arranjei a pessoa certa (bem HIMYM mesmo), sendo uma pessoa mais reclusa e que sempre vivia mais no virtual do que no real, e sim, sei que isso foi um erro.
Chegou o final do ano passado e pensei: Foda-se, preciso me conhecer!. Comecei a me aprofundar nesses aplicativos, principalmente no Grindr, pois é mais fácil de conseguir bater papo com homem mais velho do que com mulheres mais velhas, pelo menos pra mim, e consegui um encontro ou outro. Nesse meio tempo, eu ficava com algumas garotas em festas, mas não passava de beijos até que rápidos.
Na semana passada, saí pela primeira vez com um cara do Scruff, e eu já consegui conversar mais com ele, nos beijamos e rolou sexo oral. Eu curti muito, e com certeza gostaria de fazer de novo, porém, desde esse dia, eu estou bastante pensativo com essa situação criada pela minha mente nem sempre tão lúcida: eu não vejo mais tesão em nenhuma garota, nem vontade de beijar elas, e isso tá me estranhando demais, pois apesar de sempre flertar mais com homens, nunca deixei de flertar ou me sentir atraído pelo sexo oposto, até agora.
Simplesmente não sei lidar com isso, e quem me ajudar ficarei grato (ainda mais se leu esse textão todo)
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2019.10.03 18:24 Willhenriquen Russo processa Apple por fazê-lo virar gay

Segundo o advogado, seu cliente fez o download de um aplicativo de criptomoedas na Apple Store e recebeu uma transferência de 69 "GayCoins" com uma mensagem que dizia "Não julgue antes de testar".
"Decidi testar as relações sexuais. Dois meses depois, iniciei uma relação íntima com uma pessoa de mesmo sexo e agora não consigo voltar atrás", explicou.
Apple arranjou até um relacionamento estável pro rapaz. Tá melhor que os grindr e hornets da vida einh! XD
https://www.msn.com/pt-bnoticias/mundo/russo-processa-apple-por-faz%c3%aa-lo-virar-gay/ar-AAIdYPo
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2018.12.23 21:30 cafealmocojantar Por que nesses apps de encontro gay o nível socioeconômico é tão mais baixo que o meu?

Caros,
Moro num bairro famoso de padrão elevado e nome reconhecido por todo o país. E como de hábito, também é cercado por bairros mais humildes e até de favelas. Me cansei há muito tempo de pegação e queria encontrar alguém especial para me tirar desses aplicativos (Grindr, Scruff e Hornet). Esse é o meu único meio de fazer amigos gays e de encontrar alguém para um relacionamento pois no meu meio social offline, conheço nenhum LGBTQ.
O que me chama a atenção é que quase todos (beirando 99% mesmo) os rapazes que eu abordo nesses apps ou que me abordam são de nível socioeconômico bem abaixo do meu. Sempre vieram de escola pública, algumas vezes incompleta. Trabalham fazendo faxina, frentista, entregador de pizza, motorista e funções similares. Isso para mim não é um problema. Me relacionei com um por meses a fio que vivia na favela e entrava lá para passar finais de semana com ele, convivendo com vizinhos, churrasquinho de espeto na rua, moto dando corta giro e funk. Sem problemas.
O que se torna problema é que esses relacionamentos sempre me geraram atrito, ora pelo dinheiro (ficam muito constrangidos se pago algo que começam a recusar) ou pela falta de assunto mesmo. Pela falta de acesso/oportunidade, essas pessoas realmente sabem... nada.
O último com quem eu saía não sabia que São Paulo era uma cidade contida num estado chamado também São Paulo. Levei 2 semanas mostrando mapas, tentando explicar e ele não entendia o conceito de duas coisas diferentes terem o mesmo nome. Outro com quem cheguei a namorar não sabia dividir números por 10 e me tentei por duas semanas ensiná-lo e não consegui. Não sabem usar talheres, comem de boca aberta, têm medo de elevador e escada rolante enfim, não conseguem ver filme com legenda... vivemos em mundo muito apartados.
Rapidamente a companhia destas pessoas se esgota pois não têm o que conversar comigo e apesar da minha vontade de ensinar, são muito resistentes em aprender. Se sentem ofendidas, como eu estivesse sub-valorizando a cultura delas ou tentando mudá-las apenas para me servir (e não para que sejam pessoas melhores para elas mesmas).
Por que esse fenômeno acontece? Onde encontro gays que vieram de escola particular, falam inglês, têm autonomia financeira? Estou quase convicto que não conseguirei tirar um relacionamento duradouro de alguém com uma lacuna social tão grande comigo.
Agradeço antecipadamente pela atenção.
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2017.08.08 03:49 fritzfelder01 Gays de porto alegre

Alguns podem dizer que existam outras boards mais apropriadas pra isso, mas eu não tenho tanta certeza. Gostaria de conhecer outros guris que sejam gay ou preferencialmente bi em porto alegre. O motivo é que fiz um projeto de passar 40 dias sem grindr. E sem hornet. E sem Tinder, Happn, bate papo uol, coisas assim. O tempo fora desses aplicativos tem me feito muito bem. Só agora realizo o quanto de tempo inutil gastei atualizando esses plataformas, pra manter as mesmas conversas repetidas e sem sentido com pessoas sem rosto e sem vontade de viver. Então, eu tenho ido a festas. Conversado mais com pessoas. Tido mais experiências de verdade. Mas ao mesmo tempo, sinto falta de boas experiências online, e não vejo melhor lugar pra isso que o reddit. Eu sou viado, e se você é hetero e acha isso ofensivo, não ache. Sou muito satisfeito com a minha sexualidade e vivo ela de forma plena. Também gostaria de conhecer outros guris da capital riograndense que pensem de forma semelhante a mim. Seria muito difícil?
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